quarta-feira, 12 de julho de 2017

Recife e Olinda em 4 dias: o que fazer?

Alto da Sé em Olinda, ao fundo Recife
Se você está de passada pelas cidades de Recife e Olinda, não deixe de conferir as dicas do roteiro abaixo. Se for morador das redondezas, tá mais do que na hora de dar uma conferida no que as cidades têm para oferecer. Lembre-se que tem muita gente vindo do outro lado do mundo para conferir o que você tem no quintal de casa. Eu moro na região metropolitana do Recife e não canso de admirar tanta beleza, por isso, nada mais natural que começar os posts sobre lugares do que falando das belezas da minha terra. Vamos lá!
As cidades
Pra começar você precisa saber que as cidades são coladas e muitas vezes se confundem. Ambas muito movimentadas, populosas e muito ricas em cultura. Cidades históricas que carregam as origens da identidade cultural pernambucana e são um deleite para os amantes de história, sociologia e arte. Qual a mais querida? Difícil responder. Cada uma com seus encantos. Em Recife há trens e terminais integrados para facilitar sua locomoção. Aqui no blog eu sempre sugiro a opção mais barata e segura do meu ponto de vista. É possível fazer passeios entre as duas cidades usando só o transporte público, mas nem sempre é seguro, então vou sugerir que alguns momento você pegue um táxi ou uber.

Como Chegar?
Se estiver vindo de avião, você pousará no Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes, também conhecido como Aeroporto Gilberto Freyre. De lá você pode pegar um táxi para Olinda (nosso primeiro destino) o que costuma ser caro, ou sair e pegar um ônibus na parada em frente ao aeroporto.
Se preferir, pode alugar um carro dentro do próprio aeroporto, mas adianto que não será tão vantajoso para os percursos em Olinda, pois dá pra fazer tudo à pé tranquilamente( lembrando das ladeiras rsrsrs). Planeje-se.

Se estiver de carro vindo de outro Estado, é fácil se locomover pelas placas e sempre é possível pedir informações ( não tenha vergonha).
Também temos em Recife o TIP( Terminal Integrado de Passageiros) nossa rodoviária, bem servido de ônibus para vários locais do Brasil. Telefone do TIP:3207-1088, funciona 24horas.

Bom, vamos ao roteiro.

1ºDIA- Olinda


Olinda é aquela irmã mais velha cheia de histórias pra contar. Recomendo que você fique em uma das muitas pousadas do sítio histórico, pois ficará pertinho dos principais pontos turísticos, já fazendo aquela economia e sem perder tempo em ônibus lotados e inseguros ( nosso sistema de transporte de passageiros é ruim).
Para curtir Olinda é necessário ter disposição,água e protetor solar. Nosso clima é bem quente e as ladeiras podem te deixar boquiaberto. O roteiro foi preparado pensando em viajantes como eu, querendo conhecer o máximo de lugares, por isso não se assuste com a quantidade de locais a serem visitados. Veja as suas prioridades e interesses. Talvez queira se demorar mais em um lugar que em outro. Outra coisa, o roteiro foi pensado para início pela manhã. Se você chegou em outro horário faça ajustes.
Tome um café da manhã reforçado, abuse do protetor solar, roupas leves e confortáveis e siga para a Praça do Carmo. Já na praça, você poderá contemplar a beleza da Igreja do Carmo e se estiver aberta, entrar para conhecer umas das igrejas mais ricas de Olinda. A praça é bem arborizada e tranquila. Quando sair da igreja, siga pelo lado esquerdo da praça, você vai subir uma pequena escadaria após o lago e seguir para o nosso próximo destino: Mosteiro de São Bento. Após subir a escadaria e caminhar pela rua em frente, você irá se deparar com o prédio da Prefeitura de Olinda, lá há guias credenciados que podem contar a história de cada lugar e dar um certo conforto ao turista, mas não é algo extremamente necessário. A primeira vez que fui passear em Olinda, só precisei de um mapa retirado do Google Maps, estava com 45 alunos e nos viramos muiiiito bem. O guia vai te informar melhor e te dar mais segurança, o problema é que pode sair caro. Converse com um deles antes, mas não se engane,dá pra fazer sem.
Da prefeitura já é possível ver o Mosteiro de São Bento. Sempre tem um guia fixo na porta do mosteiro, pronto para contar a história do lugar em troca de uma contribuição ao final da explicação. Eles usam uma camisa vermelha e contam coisas surpreendentes sobre o local. Nos domingos, há uma missa no mosteiro com direito à canto gregoriano. Dizem que é como escutar os anjos cantando! Se for um domingo, não deixe de conferir. Eu ainda tenho que ir rsrsrs.

Interior do mosteiro de São Bento.

Quando levo meus alunos para Olinda, eles sempre falam que eu coloco muitas igrejas no roteiro. Se você já está se perguntando isso, aí vai o motivo: Olinda tem um acervo belíssimo de arte barroca ( eu sou professora de Arte e Língua Portuguesa)! A cidade é tombada pela Unesco e mantém uma boa conservação dos prédios históricos do período colonial. É um museu ao ar livre. Aqui se respira história, cultura e arte. 
Ao sair, siga pela Rua de São Bento e vá caminhando. Você vai passar pela casa do nosso ilustríssimo Alceu Valença, local disputadíssimo no carnaval. Acho que não citei, mas o carnaval de Olinda é muito animado, o sítio histórico fica lotado e  as hospedagens mais caras. Se quiser agito, o carnaval é a melhor época do ano. Se quiser sossego e conhecer Olinda com calma, sem pagar mais caro, procure outras datas. Voltando ao nosso roteiro, vá observando o casario. Vez e outra vai notar que muitos artistas escolheram Olinda para montar suas oficinas. Em menos de 5 minutos de caminhada após a prefeitura, você estará  pertinho do Museu do Mamulengo e do Museu de Arte Contemporânea. Escolha um ou os dois. Ambos cobram entrada, da última vez paguei R$3,00 e R$5,00 respectivamente.
Continuando na Rua de São bento, chegamos ao Mercado da Ribeira e às Ruínas do Primeiro Senado de Olinda. No Mercado é possível encontrar um sortimento de artesanato e fazer uma parada.
Continuando pela rua de São Bento, você vai chegar aos Quatro Cantos, de lá siga para a rua do Amparo. Siga por cerca de 2 minutos ( alguns pontos turísticos são bem próximos) e entre no Museu Regional de Olinda, lá você vai entrar em uma casa do período colonial, ainda mobiliada e conhecer a história do lugar. Vale muito o passeio. A entrada  custava R$5,00.
Quando sair do museu, continue seguindo a rua e já de olho em um lugar para almoçar. O Beijupirá é muito bem recomendado, mas é meio salgadinho pro meu bolso. Tem outras opções se você for seguindo em frente. Vai chegar no Largo do Amparo. Depois de almoçar, suba pela Saldanha Marinho, lá tem um belo mirante. Continuando a subida, vai encontrar a Igreja da Misericórdia, que não tive a oportunidade de visitar ainda, pois estava em reforma todas as vezes que tentei.
Já estamos no Alto da Sé, lugar de vista incrível e lojinhas de artesanato bacanas. Aqui temos o Observatório ( só abre depois das 16h), o Museu de Arte Sacra, e o mirante da Caixa D´àgua. O museu cobrou uma entrada de R$5,00 na época e o mirante foi R$7,00.
Depois de conferir as sugestões acima, é hora de dar uma olhada em  uma das vistas mais lindas do passeio, a Igreja da Sé. O prédio da igreja é bem mais novo do que os outros já visitados e não tem todo o glamour do Barroco, mas é um lugar que realmente dá paz. Talvez pelo silencio, pelo vento entrando, ou pela amplidão do espaço, esse se tornou um dos meus locais preferidos do passeio.


Igreja da Sé
Passando por uma portinha lateral da igreja, chegamos ao mirante . De lá podemos ver o mar, parte da cidade e o belíssimo  Convento de São Francisco de Assis.
Vista para o convento, na lateral da Igreja da Sé
Quando sair da Igreja da Sé, siga pela Rua Bispo Coutinho, Entre na Rua de São Francisco e em menos de 2 minutos estará na porta do Convento. A entrada custou R$2,00 na época. Tem uma lojinha de artigos religiosos no local, bem baratinha. Ideal para aquele souvenir econômico. Ao passar pela lojinha, vai sair em um pátio, no lado esquerdo está, o que na minha opinião ( lembrando que eu sou a louca do Barroco) é o auge do dia: Capela de Nossa Senhora das Neves.
É UMA OBRA LINDA!!!
A igreja foi exageradamente adornada. Do teto ao chão. As talhas de de madeira revestidas de ouro denotam todo o esplendor da arte barroca. É coisa de ficar meia hora olhando pra cima. Amei.Fiquei tão besta que esqueci até de tirar foto do lugar.
Voltando para o pátio, é hora de admirar as paredes, revestidas com azulejos portugueses. Lindo demais.
Há nos fundos do convento um jardinzinho muito charmoso e um mirante. Perto do mirante há um relógio solar e um cruzeiro. O local rende fotos incríveis. Só registrei na mente . Pra sempre.
Fim de passeio, mas não do dia. Procure um dos restaurantes legais da orla e contemple a vista e os sabores de Olinda. Não aconselho o banho de mar ou caminhar na areia, as praias de Olinda são muito sujas.

2ª DIA- Recife


Volte para Recife na manhã seguinte. Escolha um hotel na área de Boa Viagem, pois são muitas opções de hospedagem, alimentação, e transporte na região. Tire a manhã para conhecer a praia, tomar um caldinho na areia e se aventurar no mar, mas só nas áreas com arrecifes e só até a cintura, lembre-se: temos tubarões! Mas não precisa ficar assustado, temos um barco da UFRPE monitorando os danadinhos. É só seguir as dicas de segurança dos guarda- vidas que ficam na praia.
Praia de Boa Viagem(TripAdvisor)

Retorne ao hotel, troque de roupa ( pode até ser aquela mais bonitona que você trouxe na mala para alguma ocasião especial, pois a ocasião chegou) e vá até o Instituto Ricardo Brennand. A minha sugestão é que vá de ônibus mesmo( Joana Bezerra Boa Viagem, Metrô até Estação Barro, pegar Barro/ Macaxeira e descer na Praça da Várzea) você só vai pagar R$3,20 por todo o trajeto até a praça. Na praça, você pega um táxi até o instituto por menos de R$10,00, combine com o taxista a volta, se puder gastar um pouquinho mais, pois na volta os ônibus estarão ainda mais cheios por conta do horário.
O Instituto parece um castelo medieval e é composto por vários prédios, nem todos abertos ao público. Lugar lindo desde a entrada, cheia de palmeiras. Essa pegada medieval é o charme do lugar. Aqui temos uma coleção de adagas, armaduras e objetos medievais. No acervo também é possível conferir um Museu de Cera, uma exposição do Brasil- holandês, muitos objetos do Barroco e obras do Renascimento e uma pinacoteca. É coisa de passar a tarde inteira. Entrada R$20,00 inteira.
Com minha irmã em 2011
Interior do Castelo de Armas

Se for uma domingo á noite, sugiro que você vá até a Pracinha de Boa Viagem, e se delicie andando na feirinha de artesanato e experimentando as delícias que são vendidas por lá, principalmente as tapiocas.

3º Dia- Recife Antigo

O bairro do Recife Antigo recebe esse nome por se tratar de uma área histórica, realmente antiga, mas bem conservada. É claro que, como em qualquer outra metrópole, existem sim áreas que precisam de atenção do poder público. A região possui edificações da época holandesa no Brasil e nos mostra a importância que Pernambuco detinha na época.
O mais legal do Recife Antigo é a proximidade da maioria dos espaços culturais, o que possibilita conhecer muita coisa bacana sem o desgaste de andar muito.
Chegar ao Recife Antigo é muito simples, dependendo de onde esteja hospedado, você pode vir de ônibus ou táxi, se preferir pode ficar na estação central do metrô e se informar por lá. Se tiver disposição o trajeto também pode ser feito á pé.
Começamos nosso tour pela Praça do Arsenal. A praça tem um chafariz muito bonitinho e recebe este nome por estar localizada em frente ao Arsenal da Marinha.



Em frente à praça temos um Museu Aberto, com escavações que descobriram bases e ruas abaixo do Recife atual, mostrando o quanto a cidade é antiga e foi sendo aterrada.

 Ainda tomando a praça como referência, avistamos a Torre Malakoff, antiga entrada do porto do Recife, local que tem no nome inspiração russa. A torre abriga uma exposição permanente que conta a história do local, além de exposições esporádicas de artistas locais e internacionais. Aqui também funciona um observatório, que tem entrada gratuita e funciona aos domingos.
Torre Malakoff

Do outro lado da praça em um imponente casarão branco, temos a estrelinha da Praça do Arsenal, o belíssimo Paço do Frevo. O local é super cheio de energia, com música ambiente e recheado de atividades. Aqui temos visita guiada, aulas de dança e música, brincadeiras e exposições. Tudo isso para homenagear o frevo, ritmo que embala nossos carnavais e é um patrimônio imaterial do povo pernambucano. A entrada custa R$10,00.
Esse é um daqueles espaços cuidadosamente pensados para atrair a atenção dos visitantes. São paredes, chão e teto decorados. Já imaginou três andares disso? É lindo!
Logo na entrada temos um café super charmosinho, onde você pode se deliciar e contemplar a vista dos janelões do Paço. No térreo o visitante confere o espaço destinado a contar a história do frevo ao longo dos anos. Você pode conversar com os mediadores presentes em cada sala. O paço tem elevador, mas experimente subir pelas escadas. No primeiro andar, temos exposição e salas de aula, para os cursos de frevo( dança e música). Subindo ao terceiro andar, encontramos um ambiente maravilhoso de janelões de vidro, que descortinam a vista do bairro. No chão estão expostos os estandartes dos blocos de carnaval de Pernambuco.


Saindo do Paço, é hora de conhecer a Rua do Bom Jesus ou antiga Rua dos Judeus.
Para conhecer a história da rua, repleta de casarios antigos, vá até a Sinagoga Kahal Zur Israel, onde também ficará conhecendo a história da fundação da Cidade do Recife e pouquinho sobre a cultura judaica. A Sinagoga é um dos prédios mais antigos de Recife e foi a primeira sinagoga das américas. A entrada custa R$15,00.




 No térreo você vai conhecer as escavações que revelam a história do lugar . No segundo andar fica a sinagoga propriamente dita. Nas paredes existem orações com pedidos, lembrando o Muro das Lamentações de Jerusalém, e ao cento uma Torá. É neste espaço que o mediador explora mais a cultura judaica, tirando dúvidas e quebrando preconceitos. Local incrível.
O sagrado

Depois da sinagoga é hora de dar uma entrada rápida na Embaixada dos Bonecos Gigantes de Olinda e Recife, duas casas depois da sinagoga. Lá você conhece alguns dos bonecos que fazem a alegria do carnaval e pode se fantasiar com as peças disponíveis no local.


Parada para almoço em um dos restaurantes ao redor da Praça do Arsenal.

Após o almoço siga pela Rua do Bom Jesus, vá em direção ao Marco Zero e entre na Caixa Cultural. Aqui você confere exposições itinerantes, e uma permanente no primeiro andar. A entrada é gratuita.
Caixa Cultural

Vá até o Marco Zero. Admire o local. Admire a vista.
O Parque das Esculturas ao fundo
Marco Zero para todas as terras de Pernambuco


Daqui saem barquinhos até o outro lado, ao Parque das Esculturas. A passagem é baratinha, R$5,00 ida e volta. Lá você vai conferir de pertinho as obras de Francisco Brennand, parente do proprietário do Instituto que você vistou no segundo dia. Ao retornar ao Marco Zero, entre no Centro de Artesanato e dê uma olhadinha.

Ao sair de lá, caminhe ao lado do Centro de Artesanato  e já avistará o Cais do Sertão. A entrada para o Cais é R$10,00. Este é o espaço certo para quem não vai ter tempo de conhecer o interior do estado. Aqui você vai ter uma noção do que era o sertão antes e de como é agora. No local temos exposição de  sertanejos famosos, como Luís Gonzaga, vídeos, casinhas cenográficas, sala de imersão, estúdios de som... O espaço é enorme e está sendo ampliado. Muita coisa pra se fazer por aqui e se for procurar os educadores espalhados pelo local, você vai ouvir tanta coisa interessante que não vai sair tão cedo.




Fim do passeio, pelo bairro, mas não fim do dia. Aproveite que está por aqui e vá até o Paço Alfândega. A caminhada é de cerca de 15 minutos, mas vale a pena. No caminho para o Paço Alfândega, se a Igreja da Madre de Deus ainda estiver aberta, entre! É uma das mais bonitas da capital pernambucana.
No Paço Alfândega você poderá procurar uma entre as diversas opções e jantar por aqui. Meu conselho é voltar ao hotel de táxi ou uber.

4º Dia- Área Central do Recife
Tome um café da manhã reforçado e preste atenção nas dicas abaixo:
Roupas leves
Protetor solar
Não levar objetos de valor
Não se distrair demais
O passeio é à pé, melhor forma de se locomover no centro.

O centro do Recife é lindo, mas também é preciso ficar ligado. Isso é triste, pois ninguém quer ir passear num local precisando ficar super atento. O bom de viajar é relaxar! São tantas coisas legais na área central que não dá para deixar de conferir, é só não dar tanta bobeira como sair com os celulares presos ao pescoço(também vale para câmeras) ou na mão. Vá mais simples.
Partimos da Casa da Cultura. O local que no passado foi uma prisão, hoje é um centro de artesanato lindo. Cada cela é uma loja. Aqui você encontra muita coisa legal pra aquela lembrancinha.
Casa da Cultura ( Foto do Google)




Depois siga até o teatro Santa Isabel, às margens do Capibaribe e um dos cartões postais do Recife. Confira a programação do teatro, talvez tenha sorte e consiga acompanhar algum espetáculo ou esteja aberto pra visitas.
Interior do Teatro de Santa Isabel( Foto do Google)
 Siga até a Rua da Aurora, de lá siga até a Rua da União e Conheça o Espaço Pasárgada, local onde viveu parte da infância o grande Manuel Bandeira. De lá, siga para a Faculdade de Direito do Recife, uma das primeiras do Brasil. Aproveite se tiver disposição para caminhar pelo Parque 13 de Maio. Minha sugestão é almoçar por aqui mesmo, no Puxinanã Cozinha Nordestina, na lateral do Parque.
Depois do almoço, siga pela Ponte Princesa Isabel e vá até o Palácio do Campo das Princesas, sede do governo pernambucano. O palácio tem visita guiada, consulte a programação. Contemple a Praça da República e de lá siga para a Capela Dourada, dentro do Convento de São Francisco. O Barroco mais uma vez vai dominar a área por aqui.

Interior da Capela Dourada( foto do Google)
Outra opção é caminhar até a Matriz de Santo Antônio. Depois disso, chegou a hora de visitar o nosso famoso Vuco-vuco, ou o bairro de São José, onde se vende de tudo e baratinho. A primeira parada é na Basílica da Penha, que acabou de ser reformada e está um espetáculo. Da última vez que fui fiquei encantada, mas achei muito triste a entrada, pois tinham muitos pedintes e enfermos nas escadarias, mas nada que seja perigoso. O local é até bem policiado. Sempre tem uma viatura ou dupla de PM´s por perto.
Basílica da Penha( Foto do Google)

Ao sair da Basílica vá até o Mercado de São José. Tem de tudo aqui dentro.
Daqui volte para o hotel e descanse. Eu sei, exagerei nas atrações rsrsr!

Lembrando que esses locais são sugestões. Você pode adequar o roteiro aos dias, condições financeiras e disposição ou interesses. O que vale é curtir.  Também não esqueça de checar a os locais antes de visitar, pois preços mudam, programação também. O roteiro não foi pensado só para quem está de passagem, quem é daqui também pode e deve fazer.
Se você tiver uma experiência legal em um desses lugares ou em outros que tenham ficado de fora, coloca aí nos comentários. Partilha com a gente.
Espero que tenham gostado!

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