segunda-feira, 30 de abril de 2018

Buenos Aires: o básico em terras portenhas.


Olá, amiguinhos!
Chegou a hora de contar pra vocês um pouquinho da experiência que tive em Buenos  Aires e minhas impressões daquelas bandas. Vocês lembram que em Janeiro de 2018  eu estive visitando algumas partes do Uruguai e também deu pra dar um pulinho em terras argentinas. Confiram aí o roteiro de cada dia.

1º Dia  Quinta-feira
Nós estávamos no Uruguai ainda e, depois de passarmos o dia em Colônia Del Sacramento, pegamos um barco pela Seacat, que também pertence à Buquebus e fizemos a travessia por volta das 17:30. Essa foi uma opção barata, só precisamos comprar com antecedência, rápida e confortável. Os barcos são enormes e bem conservados.

Chegamos em Buenos Aires pouco mais 18:30 e tivemos nosso primeiro probleminha: a casa de cambio do terminal marítimo estava fechada. A sorte foi que o taxista aceitou pagamento em moeda brasileira. No início achamos que fizemos um bom negócio (ele cobrou R$50,00), mas depois notamos que ele cobrou bem acima da média, então a dica é ficar ligado!
A primeira vista da cidade foi meio desanimadora: estava muito quente, o trânsito uma loucura, as pessoas a quem pedimos informações não foram cordiais e a sensação de insegurança se fez presente desde os primeiros momentos. Deu saudade da calmaria do Uruguai.
O nosso hotel era muito bem localizado e o pessoal da recepção nos auxiliou super bem. Ficamos no Bristol, pertinho do Obelisco, perto do Microcentro, com paradas de ônibus e estações de metrô. O hotel, embora em local super movimentado, era bem silencioso.  Na primeira noite, comemos um fast food ali pertinho e trocamos dinheiro na recepção do hotel mesmo. Fomos no supermercado e aproveitamos pra conhecer o entorno.

2º Dia- Sexta
Tomamos café da manhã e partimos para desbravar a cidade. A primeira tarefa foi comprar um cartão da SUB, que permite andar nos ônibus e metrô, e pode ser usado por mais de uma pessoa. Não é difícil se localizar no metrô, é só prestar atenção. A nossa aventura do segundo dia começou com uma visita ao Jardim Botânico de Buenos Aires. Passamos um tempinho por aqui e depois foi só 
caminhada.

A segunda visita do dia seria ao Jardín Japonés, mas após uma longa caminhada, observamos que não tínhamos dinheiro suficiente para os dois ingressos ( pois é, tínhamos trocado pouco dinheiro no hotel e ainda não tínhamos achado uma cotação boa). Muito triste, decidi que voltaríamos no dia seguinte. Continuando a caminhada...

Outra tristeza do dia foi que depois de muito andar sob um sol escaldante, descobrimos que o Museu Del Arte Decorativo, só abria a tarde ( planeje direitinho).
Chegamos a Floralis Genérica, uma linda flor de metal que se move apontando para o sol.


Caminhando mais um pouco...
Museu Nacional de Bellas Artes. Lindo e de graça!

Deixamos Pallermo e seguimos para o aristocrático  bairro da Recoleta. Fomos prestigiar o túmulo de Eva Peron, algo que só conseguimos depois de quase uma hora perdidas dentro do cemitério, para desespero da minha amiga, Juliana.

De lá, começamos a nos dirigir para o hotel novamente. A caminhada e viagens perdidas renderam algumas bolhas no pé. Almoçamos e descansamos o resto da tarde.
Procuramos uma casa de cambio, trocamos uma boa quantia e à noite fomos passear pelo bairro, visitamos o supermercado e passamos uma vergonhazinha pra não perder o jeito: depois de passarmos um monte de coisa pelo caixa, descobrimos que o supermercado não usava sacolas de plástico, só tinha dessas arrumadinhas pra vender e eram carinhas. Como vocês imaginam, nós só compramos uma e carregamos o restante das coisas na mão, embaixo dos braços...Parecíamos assaltantes. Foi difícil parar de rir. Era tanta risada que cometemos mais uma: não conseguíamos abrir a porta do quarto de jeito algum, começamos a forçar a maçaneta, empurrar a porta e só depois de muito esforço a porta abriu, mas de lá saiu um outro hospede. Sim, nós estávamos na porta do quarto ao lado!Ele nos fuzilou com o olhar. Passamos a noite rindo e recontando as aventuras do dia.

3º Dia- Sábado
Nós havíamos decidido voltar ao Jardín Japonés e foi isso que fizemos. Fila enorme, muita gente. Lugar muito bonito.



De lá fomos visitar a Casa Rosada. Não queríamos entrar, só  ver a parte da frente. Pra nossa tristeza, uma reforma comprometia a visão. Seguimos para a catedral de Buenos Aires. De lá fomos conhecer a Calle Florida. Entramos e saímos de várias lojas, compramos souveniers, almoçamos. Também fomos nas Galerías Pacífico, lugar charmoso.

4º Dia- Domingo
Arrumamos nossas malas, fizemos o check-out, guardamos nossas bagagens e fomos conhecer a Feira de San Telmo. Tem muita coisa bacana por aqui, mas a melhor é o monumento em homenagem a Mafalda.


Optamos por não ir ao Caminito, por questões de correria mesmo. Eu sei que isso contraria todos as sugestões, mas Roma não nasceu num dia. Achamos melhor aproveitar a cidade sem agonia e logo seria hora de voltarmos ao terminal marítimo.  A volta seria cansativa, uma vez que pegaríamos o barco voltando à Colônia, depois um ônibus para Montevidéu, de Montevidéu para o aeroporto em Carrasco e o vôo pra São Paulo, pra depois Recife. Uffa!
A volta foi cansativa mesmo, mas foi mais melancólica. Mesmo com a impressão ruim no início e já cientes que o tempo era curto pra aproveitar a cidade, a ida deixou um gostinho de quero mais. Locais que ficarão para uma próxima visita, experiências e desejos. Eu poderia ficar triste, mas noto que, agora ao escrever, eu estou sorrindo, eu fui feliz ali, eu tive oportunidade de conhecer tanta coisa bacana. Vejo que só restaram lembranças boas.


Até o próximo relato, pessoal!

Rota ecológica- Alagoas: quais as praias imperdíveis?

Praia do Riacho Que a Rota Ecológica é um lugar maravilhoso vocês já estão cansados de ouvir. O que falta é dar uma conferida em quais a...