Se eu pudesse descrever Maragogi em uma palavra, estaria com
um problemão. Estive pensando por um bom tempo e não encontrei essa
palavra. A pequena cidade alagoana atrai
turistas aos montes, seduzidos por promessas de “mar caribenho”. Vou fazer algumas
considerações sobre minha passagem por lá e no final o leitor pondera.
Eu estive em Maragogi em julho de 2018, depois de viver
protelando minha ida, afinal, nem é tão distante de Recife. Usei a cidade como
base para conhecer as praias dos municípios vizinhos, como Japaratinga, Porto
de Pedras e São Miguel dos Milagres. Como eu ganhei uma diária grátis do
programa de recompensas da Hoteis.com ( que eu recomendo), escolhi uma pousada
bem charmosinha e com preço camarada, a Costeira da Barra. A pousada tem 12
quartos e uma estrutura muito bacana. Dá vontade de sair tiranto foto de tudo.
Lugar lindo! A equipe super prestativa.
A localização também é muito boa, dependendo do seu objetivo.
Falando em seu objetivo, é melhor ter isso bem consolidado
na hora de escolher a acomodação. Maragogi possui uma rede hoteleira muito
diversificada e espalhada, o problema é que a maioria está concentrada no
centro da cidade, onde também estão a maior parte dos restaurantes. Por exemplo, a pousada que eu escolhi fica em
Barra Grande, a localização é excelente para quem quer visitar as piscinas
naturais de Barra Grande, já que as lanchas saem da rua da pousada. O problema
é que á noite não tínhamos muitas opções de restaurante no entorno. Pra quem
está sem carro pode ser ruim. Mas para nós bastava pegar o carro e em 10
minutos estaríamos no centro, com calçadão, muita gente, restaurantes, bancos,
música ao vivo e ta ta ta. Como não era nosso objetivo, optamos por pedir. Foi
só pegar um dos encartes na recepção do hotel, ligamos e pedimos uma pizza
maravilhosa ( esqueci o nome da pizzaria, sou uma péssima blogueira, e também esqueci de anotar o valor, mais lembro que a pizza grande saiu por menos de R$40,00) pra comer na cama, assistindo TV. Vai do
desejo de cada um.
| A água já começava a ficar turva. |
Depois do passeio caminhamos até perto da praia de Antunes.
Digo perto por que parei na metade do caminho e tínhamos que voltar pra pousada
e fazer check-out.
Na pousada, curtimos um pouco da piscina e jardim. Fomos no Centro, entramos na fábrica das Bolachas Maragogi, pois eram nossas lembrancinhas, dali fomos para o calçadão.
A praia nesse ponto não desperta muito interesse. Meio barrenta, sabe? Dalí voltamos para Barra Grande, onde pegamos as fotos com o fotógrafo( ele nem selecionou, passou tudo que tinha para o meu celular, achei ótimo). Pegamos a estrada, só parando para conhecer a Praia de Peroba, um espetáculo. Paramos para almoçar e no meio da tarde já estávamos em casa.
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| Antunes. Quero voltar com mais tempo. |
Na pousada, curtimos um pouco da piscina e jardim. Fomos no Centro, entramos na fábrica das Bolachas Maragogi, pois eram nossas lembrancinhas, dali fomos para o calçadão.
A praia nesse ponto não desperta muito interesse. Meio barrenta, sabe? Dalí voltamos para Barra Grande, onde pegamos as fotos com o fotógrafo( ele nem selecionou, passou tudo que tinha para o meu celular, achei ótimo). Pegamos a estrada, só parando para conhecer a Praia de Peroba, um espetáculo. Paramos para almoçar e no meio da tarde já estávamos em casa.
Bom, eu amei o passeio. Gostei muito de ficar em Barra
Grande. Ví muita coisa bonita. Sobre o Centro de Maragogi, acho que só é válido
pra quem gosta de mais agitação e à noite. A cidade como um todo é bem carente
de saneamento e infraestrutura ( calçamento, iluminação, organização). Uma
pena!
Pretendo voltar e ter novas experiências por lá.
Até a próxima.








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